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Principal Notícias Biólogo é nomeado vice-presidente da Funed
Biólogo é nomeado vice-presidente da Funed PDF Imprimir E-mail
Sex, 11 de Janeiro de 2019 09:37
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O biólogo Rodrigo Souza Leite foi nomeado vice-presidente da Fundação Ezequiel Dias. O pesquisador é graduado pela UFMG e mestre e doutor em Ciência e Tecnologia das Radiações pelo CDTN.



“Agora quem está no comando da casa são os servidores. Então, a responsabilidade dos colegas é grande: se tivermos uma gestão bem sucedida, é porque os trabalhadores estão sendo bem sucedidos no comando da casa”, afirmou o novo vice-presidente, fazendo referência também à nomeação do novo presidente da Funed, Maurício Abreu Santos, servidor do órgão há 32 anos. “Precisamos da ajuda de todos para que possamos fazer a Funed crescer e voltar a ser o orgulho de todos nós, dando grandes respostas à saúde pública e ao SUS”, completou Rodrigo, que desde 2017 ocupava o cargo de diretor de Pesquisa e Desenvolvimento.

Nesta pequena entrevista, o novo vice-presidente conta um pouco da sua experiência e perspectivas para essa nova fase da Funed.

Como foi seu ingresso na Fundação?
Cheguei na Funed em 2007, tomei posse no dia 26 de abril. A Funed não fazia concurso há muitos anos e, com esse concurso, a casa passou por uma transformação: a troca, em 1 ano, de cerca de 80% dos servidores, que eram contratos temporários. Entrei para o cargo de analista pesquisador, nível superior, e fui trabalhar no IOM, em qualidade em laboratórios. Fiquei um bom tempo da minha carreira no IOM. Na época, fui convidado a tocar o projeto que montou o primeiro ensaio de proficiência para HIV, com o objetivo de oferecer ensaios para os laboratórios macro-regionais do estado de Minas. A necessidade cresceu, passamos a ofertar o ensaio para os 27 Lacens do estado. O programa cresceu, nós organizamos o Serviço de Ensaio de Proficiência, e essa foi minha primeira chefia na Fundação. Nós entramos no programa-piloto de provedores de ensaio de proficiência do Inmetro, passamos por uma avaliação e fomos um dos primeiros provedores acreditados no Brasil.

Que outros caminhos você trilhou na Funed?
Me tornei chefe do serviço em 2011, em 2013 me afastei porque fui convidado para ser secretário de saúde de Sabará. Mas era muito difícil conciliar a Secretaria com o Doutorado, e acabei retornando para a Funed, onde terminei o Doutorado, em 2015. Fui convidado para chefiar o Departamento de Controle de Qualidade. E quando a Carmen Lucia Soares Gomes, que era vice-presidente, assumiu interinamente, ela me convidou para ser chefe de gabinete dela. Quando ela saiu, eu saí do gabinete e assumi a Diretoria de Pesquisa e Desenvolvimento. E agora deixo a Diretoria para assumir esse novo desafio.

Foi uma surpresa ou você imaginava essa nomeação?
Eu fui pego de surpresa, minha expectativa era permanecer na Pesquisa, porque estamos num trabalha muito intenso, acabamos de conseguir aprovar o Mestrado Profissional. Com um pouco mais de um ano e meio na Diretoria, conseguimos unir a equipe, fizemos um projeto ousado de Mestrado, que foi aceito, colocamos o edital na rua e em fevereiro faremos a seleção da primeira turma. Fiquei surpreso com o convite, mas quem assume a Diretoria é a Silvia Fialho, que é a coordenadora do Mestrado. Isso dá força ao projeto, porque mostra que estamos no caminho certo. Na DPD, seguimos numa continuidade.

O que a nomeação de servidores da casa, como você e Maurício, representa para a Funed?
Eu acho a gente vai iniciar um projeto novo. Acho que a DPD ganha, acho que o IOM, que é a casa de onde eu venho, ganha, e isso fortalece essas duas diretorias, que têm uma queixa de que estão sempre em segundo plano em relação à Diretoria Industrial. Já a nomeação do Maurício, que é servidor da DI, reforça o papel dessa diretoria. Então, eu acho que, com o Maurício na presidência e eu na vice-presidência, vamos ter um equilíbrio entre as três grandes áreas da Funed. Vamos trabalhar de forma unida para isso, acho que agora a Funed vai trabalhar aquela tão sonhada harmonia entre as áreas.

Informações: Ascom/Funed